Estudante de Planaltina assume posto de procuradora-geral do DF por um dia
Selecionada pelo Programa Meninas em Ação, Sarah Victória, de 17 anos, conheceu a rotina da PGDF e acompanhou a atuação de mulheres em cargos de liderança

A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) recebeu, nesta quinta-feira (29), a estudante Sarah Victória Nunes Alves, de 17 anos, para ser procuradora-geral por um dia. A iniciativa integra o Programa Meninas em Ação, promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), com o objetivo de incentivar o protagonismo feminino e aproximar jovens estudantes de espaços de liderança e decisão.
Aluna da 3ª série do ensino médio em Planaltina, Sarah também faz o Curso Técnico em Recursos Humanos no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF) e pretende seguir carreira em Psicologia ou na área de gestão de pessoas. Durante a visita, foi recebida pela procuradora-geral do Distrito Federal, Diana de Almeida Ramos, participou de reuniões com a alta gestão e conheceu unidades da instituição, como a Câmara de Mediação e Conciliação (Camec) e a Procuradoria do Contencioso em Matéria de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor (Proprec).
Protagonismo feminino
Para a estudante, a experiência ampliou suas perspectivas profissionais e mostrou a importância da representatividade feminina. "O que mais me chamou a atenção foi perceber que há muitas mulheres exercendo funções importantes e entregando um trabalho que impacta na vida das pessoas. Isso mostra que podemos ocupar espaços, com responsabilidade e dedicação", destacou.
Diana Ramos ressaltou a importância de iniciativas que incentivem meninas a ocupar posições de destaque. "Programas como o Meninas em Ação mostram que as mulheres podem ocupar todos os espaços e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. É uma experiência enriquecedora não apenas para a Sarah, mas também para nós, enquanto agentes públicos", afirmou.
Ao fim da programação, Sarah recebeu um certificado de participação e destacou a importância de aproximar estudantes da rede pública de instituições como a PGDF. "É muito importante ter iniciativas como essa, especialmente voltadas para meninas da escola pública, porque muitas vezes não temos acesso a essa realidade. Programas assim mostram que podemos ocupar espaços no Distrito Federal", concluiu.


