Corregedor da Justiça do DF participa de Encontro de Magistrados do Centro-Oeste
por RM —

por RM —
publicado 08/09/2026
O corregedor da Justiça do DF, desembargador Arnoldo Camanho, participou do Encontro Regional com magistrados da Região Centro-Oeste, realizado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em Cuiabá, durante mais uma edição do Encontro Regional da Magistratura, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que busca estimular o diálogo com magistrados(as) de todo o país. A juíza auxiliar da Corregedoria Fernanda de Bem também esteve presente. O encontro reuniu presidentes e corregedores de Justiça, desembargadores e juízes auxiliares, com o objetivo de promover o diálogo sobre os desafios enfrentados pelos estados da região e discutir soluções que contribuam para uma prestação jurisdicional mais eficiente e próxima da população. O desembargador Arnoldo Camanho registrou a importância do encontro, "especialmente para que os Tribunais possam levar à Presidência do CNJ e à Corregedoria Nacional de Justiça as suas questões específicas, com as peculiaridades regionais". O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Edson Fachin, falou sobre os desafios enfrentados pela Região Centro-Oeste, como o combate ao trabalho escravo, a redução do acervo processual, a resolução de conflitos fundiários e a defesa dos direitos dos povos indígenas. O presidente do CNJ destacou que cabe aos integrantes do Judiciário a tarefa de transformar normas em vida digna à população. “O Centro-Oeste exige um modelo próprio de presença judicial. As distâncias do cerrado, a sazonalidade das águas do Pantanal, a diversidade dos povos, a tensão da fronteira, os acervos herdados de décadas, tudo isso impõe ao Poder Judiciário um esforço de adequação que não pode ser concebido apenas a partir de Brasília”, afirmou. O corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, destacou ainda a importância de o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) considerar as diferentes realidades dos tribunais em todo o país. Segundo o ministro, é necessário levar em conta as particularidades de cada tribunal e de cada região. Ele ressaltou que a função correcional é essencial e faz parte da responsabilidade institucional, mas ponderou que a atuação da Corregedoria Nacional deve ir além da intervenção em problemas já existentes. Para Benedito Gonçalves, é fundamental atuar de forma preventiva e construir soluções em conjunto com os tribunais. A juíza Fernanda de Bem participou da reunião com os juízes auxiliares da administração dos Tribunais do Centro-Oeste, juntamente com os juízes auxiliares do CNJ, na qual foram discutidos temas relacionados à carreira e aos desafios da profissão. *Com informações do CNJ e do TJMT. *Fotos: Rômulo Serpa/CNJ
© Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta publicação, desde que citada a fonte.
Compartilhe:
Publique essa notícia no Facebook
Publique essa notícia no Twitter
Enviar notícia por WhatsApp
Siga nossas redes:
youtube
flickr
Fonte original: Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT)

