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GDF inicia acompanhamento de novo modelo de cuidado para população em situação de rua

Colegiado teve a primeira reunião para definir regras de funcionamento do comitê, que integra 16 áreas do governo

GDF inicia acompanhamento de novo modelo de cuidado para população em situação de rua
Representantes de órgãos do GDF debateram ações integradas para reforçar o acolhimento à população em situação de vulnerabilidade | Foto: Luma Lima/Sedes-DF

O Comitê Gestor de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua reuniu, na quinta-feira (29), 20 representantes de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para aprovar regras internas que vão guiar o trabalho do colegiado nos próximos anos. A coordenação é da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF).

De caráter permanente, com 16 áreas envolvidas, o comitê ficará responsável por acompanhar a implementação e o funcionamento do fluxo assistencial de cuidado humanizado integrado, criado para oferecer acolhimento e tratamento adequado a pessoas em situação de rua, com foco em saúde física e mental e dependência química.

Caberá ao comitê também propor protocolos, fluxos e instrumentos de referência entre os pontos de atenção da Rede de Atenção à Saúde, da Rede Socioassistencial e dos demais serviços públicos envolvidos. O comitê foi instituído pelo Decreto nº 49.089, de 7/8/2026, que regulamenta a Lei nº 7.923/26, criadora do novo Modelo de Cuidado Humanizado Integrado para População em Situação de Rua.

Atuação conjunta

“O comitê vai acompanhar tudo o que envolve esse acolhimento: monitorar, estabelecer protocolos, fluxos, fazer relatórios anuais”, explica o secretário de Desenvolvimento Social, Rafael Rodrigues. “O colegiado vai acompanhar a implementação do modelo, monitorar os resultados e estabelecer protocolos e fluxos de atendimento que fortaleçam a atuação conjunta dos órgãos do GDF. A proposta é assegurar que as diferentes políticas públicas trabalhem de forma articulada, ampliando a capacidade de acolhimento e de cuidado integral dessa população.”

O novo modelo de Cuidado Humanizado Integrado estrutura fases sucessivas e a integração de diversos órgãos do GDF para garantir que cada pessoa em situação de rua seja atendida de acordo com suas necessidades específicas de maneira humanizada. O acolhimento passa a ter como regra o caráter voluntário, com internação involuntária apenas em situações excepcionais de risco iminente à vida, violência ou negligência extrema com autocuidados básicos.

 

Com informações da Sedes-DF

 

Fontes consultadas

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