Saúde

Tarde Rosa reúne cerca de 60 mulheres para falar sobre autocuidado

Em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, Rede Feminina promove palestras e atividades voltadas à autoestima, à saúde e à qualidade de vida

Tarde Rosa reúne cerca de 60 mulheres para falar sobre autocuidado
A programação incluiu palestras sobre autoestima, espiritualidade, sexualidade e fisioterapia pélvica, além de dinâmicas, maquiagem e sorteios de brindes | Foto: Divulgação/Ig

Cerca de 60 mulheres em tratamento contra o câncer participaram, nesta quarta-feira (28), da quinta edição da Tarde Rosa, promovida pela Rede Feminina de Combate ao Câncer em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. O encontro reuniu pacientes da rede pública de saúde do Distrito Federal para conversar sobre os desafios da doença, esclarecer dúvidas e compartilhar experiências em um ambiente de acolhimento e descontração.

A programação foi construída a partir de questões apresentadas pelas próprias participantes ao longo do ano, com o objetivo de abordar assuntos que fazem parte da rotina de quem enfrenta o tratamento oncológico. As atividades incluíram palestras sobre autoestima, espiritualidade, sexualidade e fisioterapia pélvica, além de dinâmicas, maquiagem e sorteios de brindes.

  Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, a iniciativa busca facilitar o acesso ao conhecimento e incentivar as mulheres a conversar sobre diferentes aspectos da saúde.

“Nós queremos dar a oportunidade para que elas possam conversar, tirar dúvidas sobre vários temas. Criamos um ambiente que favorece a busca pelo conhecimento”, explica.

As mudanças provocadas pelo câncer vão além da saúde física e podem afetar a relação da mulher com o próprio corpo. Segundo a assistente social da Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, Cinthya Malveira, falar sobre essas transformações é importante para compreender os sentimentos e as dificuldades que surgem durante essa fase.

“Quando se tem câncer, tudo muda. O cabelo, a pele, a forma como a pessoa se enxerga, e tudo isso influencia na autoestima”, conta.

Além das orientações recebidas, a atividade proporcionou momentos de convivência e a oportunidade de fazer novas amizades. Para a paciente Antonieta Ferreira dos Santos, a experiência foi marcada pelo aprendizado e pela alegria de estar ao lado de outras mulheres.

“Os temas foram muito interessantes, tiraram várias dúvidas minhas. Estou indo para casa superfeliz”, comemora.

 

Com informações do IgesDF

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