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Corregedor da Justiça do DF apresenta ferramenta de gestão e correição judicial no CNJ

por NC —

Corregedor da Justiça do DF apresenta ferramenta de gestão e correição judicial no CNJ
Imagem ilustrativa

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publicado 08/09/2026

O corregedor da Justiça do Distrito Federal, desembargador Arnoldo Camanho, participa nesta terça-feira, 8/9, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, do Encontro Nacional Integração e boas práticas: diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil. O magistrado compôs o primeiro painel do encontro, pela manhã, para apresentar o Sistema de Correição Judicial (SISCORJUD): ferramenta de gestão e correição judicial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A abertura contou com a participação do corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves.  Promovido pelo CNJ, por meio da Escola Nacional do Judiciário, o evento reúne representantes das corregedorias de Justiça de todo o país para promover o diálogo, a cooperação institucional e o compartilhamento de experiências, conhecimentos, projetos e boas práticas relacionadas à atuação correcional. Além do corregedor da Justiça do DF, que acompanha toda a programação do dia, o evento conta com a presença do juiz auxiliar da Corregedoria do DF Pedro Yung-Tay Neto e do gestor da Coordenadoria de Correição e Inspeção Extrajudicial do TJDFT, Pacífico Nunes.  Segundo o corregedor da Justiça do DF, o SISCORJUD é uma boa prática porque reúne cinco atributos essenciais: escala, ao permitir observar todo o acervo processual a partir de parâmetros objetivos; inteligência, pois transforma dados isolados em informação contextualizada e útil para a gestão; prioridade, ao ajudar a unidade a identificar onde sua atuação é mais necessária; autogestão, visto que coloca a capacidade de diagnóstico nas mãos de magistrados e servidores; e prevenção, já que permite a ação antes que uma pendência se transforme em um problema maior. “Tradicionalmente, a informação produzida pela atividade correcional chegava à unidade judicial de forma predominantemente periódica e retrospectiva. Com o amadurecimento do SISCORJUD, parte dessa capacidade de diagnóstico passou a ser compartilhada de maneira contínua”, destacou Arnoldo Camanho. Para o desembargador, a essência da boa prática está em colocar nas mãos do magistrado e do gestor informações que lhes permitam priorizar, sanear e acompanhar o trabalho com maior autonomia. “A boa prática que apresentamos não é apenas um sistema. É uma forma de usar tecnologia e dados para fortalecer a autogestão, a prevenção e a melhoria contínua”, afirmou. O corregedor da Justiça do DF explicou que o PJe registra a tramitação e a informação processual, enquanto o SISCORJUD consulta, cruza dados e consolida esses registros, organizando-os sob a perspectiva da gestão judicial, em forma de relatórios gerenciais. Além disso, o sistema é flexível. Novos relatórios e parâmetros podem ser criados à medida que surjam alterações de fluxo, necessidades das unidades ou novos objetivos institucionais e nacionais. Programação O encontro está sendo realizado presencialmente, das 10h às 18h, mas pode ser acompanhado pelo canal do CNJ no YouTube: link da transmissão da manhã e link da  transmissão da tarde. A programação contempla temas dos eixos Judicial, Extrajudicial e Fundiário, distribuídos em seis painéis, com contribuições alternadas entre o Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça e o CNJ.  Pela manhã, o Eixo Judicial reuniu experiências e boas práticas do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), com a Central de Processamento da Corregedoria (CEPROC), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), com o projeto Secretarias Integradas (SIN), além do TJDFT, com o SISCORJUD. Também foram apresentados sistemas e projetos do CNJ para apoio à atuação correcional.   À tarde, os debates contemplam o Eixo Extrajudicial, com temas relacionados à fiscalização, modernização e aprimoramento dos serviços notariais e registrais; e o Eixo Fundiário, que aborda regularização fundiária, conflitos, registros públicos e governança territorial.   Também na parte da tarde, o CNJ apresentará projetos e iniciativas de apoio à atuação correcional, além de ações, programas e diretrizes da Corregedoria Nacional de Justiça. Para fechar o encontro, está previsto pronunciamento institucional do ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ.  Fotos: Pedro França/CNJ

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Fonte original: Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT)

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